17 - Um bom sono - Sl 3.5

Um bom sono…

 

Ter uma ótima noite de sono, relaxante, é algo maravilhoso. No outro dia acordamos mais dispostos e animados para enfrentar nossos desafios diários. Porém, nem sempre isso é possível. É cada vez mais comum encontrarmos pessoas que tem dificuldades para dormir. A insônia é algo cada vez mais comum até entre os mais jovens. Algumas doenças emocionais afetam diretamente o sono, como a ansiedade, onde mesmo cansada a mente não consegue parar para que se consiga relaxar e dormir.

Os resultados de uma noite mal dormida são visíveis no outro dia: olheiras, indisposição e a sensação de acordar cansado. Tem momentos que a vida nos dá uma canseira. Vivemos numa correria desenfreada, num ritmo que pode levar ao esgotamento emocional muito rápido tirando o nosso sono. Os remédios até ajudam, mas não é a mesma coisa daquele sono que vem de um coração tranquilo.

O rei Davi foi o maior rei da história do povo de Israel e o que não faltou e sua vida foram problemas. Até seu filho próprio filho, Absalão, tentou matá-lo para ficar com o trono. Mas, mesmo com tantas dificuldades, as suas palavras no Salmo 3, mostram que ele sempre confiou que Deus estava ao seu lado e isso lhe dava forças que precisava para continuar, tanto que ele disse: “Eu me deito e pego no sono; acordo, porque o Senhor me sustenta” (Salmo 3.5). Davi pode se deitar, dormir e acordar, pois confia que sua vida está segura nas mãos de Deus.

Diante de tantas coisas que podem nos tirar o nosso sono, lembre-se: você tem um Deus maravilhoso ao seu lado, que conhece profundamente o teu coração. Ele já deu a vida de seu filho, Jesus Cristo, por amor a você. Quando se deitar em sua cama se permita imaginar estar no colo de Deus, para assim poder dormir em seus braços na certeza de que é o Senhor que te sustenta. Tenha um bom sono!!! Amém.

Oração: Querido Senhor, obrigado por estar ao meu lado em todos os momentos. Que eu possa, todos os dias descansar o meu coração em teus braços. Amém.

Capelania SM


A instituição São Mateus vai além de uma escola, somos uma família, que deixa saudades aos que já passaram por aqui e acolhe em seus braços aqueles que por aqui ainda estão!
Procurando manter este ambiente saudável e baseando-se na Lei nº 13.185/2015 – Lei do Bullying, vigente a partir de fevereiro de 2016, que instituiu o Programa de Combate a Intimidação Sistemática, trazendo responsabilidade no combate ao bullying para estabelecimentos de ensino, clubes e agremiações recreativas.
Desde então, é fundamental que toda e qualquer instituição de ensino promova programas de conscientização, prevenção e combate ao bullying e ao cyberbullying, com vistas a orientar tanto docentes e alunos, como também às famílias e a sociedade em geral. A campanha antibullying é obrigatória, ou seja, as escolas terão que tratar desse tema durante o ano letivo.
A Escola São Mateus, que é baseada em valores cristãos, compreende a importância da abordagem do tema e salienta a necessidade de basear as campanhas anuais em princípios. Para construir um ambiente onde o bullying não tenha força, nossa instituição acredita que valores tais como o respeito, o amor, a cultura da paz, a promoção da vida e o perdão precisam ser estimulados, praticados e desenvolvidos para que se instrua e sensibilize a comunidade escolar a ter empatia em seus relacionamentos.
O termo “bullying” foi mantido no inglês por ser uma expressão complexa demais para traduzir para alguns idiomas, sendo adotado como uma expressão universal, ressalta Lopes (2005) citado por Jotz (2016).
Fante (2005) descreve o bullying como uma brincadeira que camufla a real intenção de constranger e maltratar alguém. De acordo com Beane (2010), o bullying é um tipo de comportamento repetitivo, pungente e agressivo, com desigualdade de força.
Além de todos os aspectos citados pelos autores anteriores, Lisboa (2014) ressalta que a grande diferença entre bullying e brincadeira é a intencionalidade das ações, causando desconforto e vergonha. A mesma autora ainda cita que “[...] quando há sofrimento não há brincadeira.”.
O bullying sempre esteve presente na nossa sociedade, conforme Cavalheiro (2016), as famílias de todos os tempos vivenciaram essa prática, como agentes ou vítimas, e independentemente da época, essa prática deve ser discutida e seus efeitos contidos de forma a reduzir os seus impactos.
Esta iniciativa tem como premissa principal promover relacionamentos saudáveis, envolvendo alunos, professores, familiares, funcionários e comunidade.
Dentro desta proposta, escolhemos enfatizar valores fundamentais para bons relacionamentos, também criar uma identidade visual que defina a campanha, em cada ano, e seja do gosto dos nossos estudantes.
As nossas iniciativas buscam desenvolver o senso crítico sobre o bullying e o conhecimento da legislação vigente. A partir destas, proporcionar situações que levem o aluno a refletir e ter empatia pelo próximo, para isso, se torna necessário promover ações dentro e fora da sala de aula que oportunizem a discussão e análise sobre as relações e a sociedade.


BEANE, Allan. Proteja o seu filho do Bullying. Impeça que ele maltrate os colegas ou seja maltratado por eles. Rio de Janeiro: Best Seller. 2010.p. 18 – 19.

Lei nº 13.185, de 6 de novembro de 2015. Institui o Programa de Combate à Intimidação Sistemática (Bullying). Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF,ano CLII 213, p. 1, 9 nov. 2015. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato20152018/2015/Lei/L13185.htm >

CAVALHEIRO, Rubia Aparecida Antunes. Aprendendo o direito e prevenindo o bullying na escola: uma releitura dos direitos e deveres por meio do lúdico-pedagógico com base no estatuto da criança e do adolescente e da lei de combate à intimidação sistemática no município de Sobradinho. Santa Cruz do Sul: Unisc, 2016.

JOTZ, Maria Eunice Viana. O combate a intimidação sistemática sob a tutela da constituição federal: “Bullying” é questão de direito. Porto Alegre: Pucrs, 2016.

LISBOA, Carolina; WENDT, Guilherme; PUREZA, Juliana (Org.). Mitos e Fatos sobre o Bullying – orientação para pais e profissionais. Novo Hamburgo: Sinopsys, 2014. p. 16.