foco na pesquisa

Além do acompanhamento oferecido pelo professor orientador para cada grupo de pesquisa da Multifeira, a Escola São Mateus proporciona um momento extra para que o processo de pesquisa seja esclarecido, a escrita científica revisada e corrigida, bem como eventuais dúvidas nas partes estruturais componentes do projeto de pesquisa sejam sanadas.

ENSINO FUNDAMENTAL SÉRIES FINAIS – Sextas-feiras das 13h às 14h40min

DATA CONTEÚDOS A SEREM TRABALHADOS
09/03 Tema/ Formulário de Viabilidade
16/03 Caderno de Campo
23/03 Relatório de Orientação/ Cronograma
30/03 Feriado
06/04 Problema/ Hipótese
13/04 Objeto/ Objetivos
20/04 Justificativa
27/04 Revisão Bibliográfica/ Referências
04/05 Revisão Bibliográfica/ Referências
11/05 Metodologia/ Levantamento de dados/ Termo de Consentimento
18/05 Metodologia/ Levantamento de dados/ Termo de Consentimento
25/05 Revisão
01/06 Feriado
08/06 Análise de Dados
15/06 Projeto de Pesquisa (estrutura)/ Resumo
22/06 Revisão Geral/ Folha de Aprovação/ Relatório de Acompanhamento
29/06 Entrega Final na Coordenação – Relatório (EM) e Projeto de Pesquisa (EF)

 

ENSINO MÉDIO – Sextas-feiras das 14h40min às 15h30

DATA CONTEÚDOS A SEREM TRABALHADOS
09/03 Tema/ Formulário de Viabilidade
16/03 Caderno de Campo
23/03 Relatório de Orientação/ Cronograma
30/03 Feriado
06/04 Problema/ Hipótese
13/04 Objeto/ Objetivos
20/04 Justificativa
27/04 Revisão Bibliográfica/ Referências
04/05 Metodologia/ Levantamento de dados/ Termo de Consentimento
11/05 Metodologia/ Levantamento de dados/ Termo de Consentimento
18/05 Relatório (estrutura)
25/05 Elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais
01/06 Feriado
08/06 Análise de Dados/ Resultados e Discussões
15/06 Resumo
22/06 Revisão Geral/ Folha de Aprovação/ Relatório de Acompanhamento
29/06 Entrega Final na Coordenação – Relatório (EM) e Projeto de Pesquisa (EF)

A instituição São Mateus vai além de uma escola, somos uma família, que deixa saudades aos que já passaram por aqui e acolhe em seus braços aqueles que por aqui ainda estão!
Procurando manter este ambiente saudável e baseando-se na Lei nº 13.185/2015 – Lei do Bullying, vigente a partir de fevereiro de 2016, que instituiu o Programa de Combate a Intimidação Sistemática, trazendo responsabilidade no combate ao bullying para estabelecimentos de ensino, clubes e agremiações recreativas.
Desde então, é fundamental que toda e qualquer instituição de ensino promova programas de conscientização, prevenção e combate ao bullying e ao cyberbullying, com vistas a orientar tanto docentes e alunos, como também às famílias e a sociedade em geral. A campanha antibullying é obrigatória, ou seja, as escolas terão que tratar desse tema durante o ano letivo.
A Escola São Mateus, que é baseada em valores cristãos, compreende a importância da abordagem do tema e salienta a necessidade de basear as campanhas anuais em princípios. Para construir um ambiente onde o bullying não tenha força, nossa instituição acredita que valores tais como o respeito, o amor, a cultura da paz, a promoção da vida e o perdão precisam ser estimulados, praticados e desenvolvidos para que se instrua e sensibilize a comunidade escolar a ter empatia em seus relacionamentos.
O termo “bullying” foi mantido no inglês por ser uma expressão complexa demais para traduzir para alguns idiomas, sendo adotado como uma expressão universal, ressalta Lopes (2005) citado por Jotz (2016).
Fante (2005) descreve o bullying como uma brincadeira que camufla a real intenção de constranger e maltratar alguém. De acordo com Beane (2010), o bullying é um tipo de comportamento repetitivo, pungente e agressivo, com desigualdade de força.
Além de todos os aspectos citados pelos autores anteriores, Lisboa (2014) ressalta que a grande diferença entre bullying e brincadeira é a intencionalidade das ações, causando desconforto e vergonha. A mesma autora ainda cita que “[...] quando há sofrimento não há brincadeira.”.
O bullying sempre esteve presente na nossa sociedade, conforme Cavalheiro (2016), as famílias de todos os tempos vivenciaram essa prática, como agentes ou vítimas, e independentemente da época, essa prática deve ser discutida e seus efeitos contidos de forma a reduzir os seus impactos.
Esta iniciativa tem como premissa principal promover relacionamentos saudáveis, envolvendo alunos, professores, familiares, funcionários e comunidade.
Dentro desta proposta, escolhemos enfatizar valores fundamentais para bons relacionamentos, também criar uma identidade visual que defina a campanha, em cada ano, e seja do gosto dos nossos estudantes.
As nossas iniciativas buscam desenvolver o senso crítico sobre o bullying e o conhecimento da legislação vigente. A partir destas, proporcionar situações que levem o aluno a refletir e ter empatia pelo próximo, para isso, se torna necessário promover ações dentro e fora da sala de aula que oportunizem a discussão e análise sobre as relações e a sociedade.


BEANE, Allan. Proteja o seu filho do Bullying. Impeça que ele maltrate os colegas ou seja maltratado por eles. Rio de Janeiro: Best Seller. 2010.p. 18 – 19.

Lei nº 13.185, de 6 de novembro de 2015. Institui o Programa de Combate à Intimidação Sistemática (Bullying). Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF,ano CLII 213, p. 1, 9 nov. 2015. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato20152018/2015/Lei/L13185.htm >

CAVALHEIRO, Rubia Aparecida Antunes. Aprendendo o direito e prevenindo o bullying na escola: uma releitura dos direitos e deveres por meio do lúdico-pedagógico com base no estatuto da criança e do adolescente e da lei de combate à intimidação sistemática no município de Sobradinho. Santa Cruz do Sul: Unisc, 2016.

JOTZ, Maria Eunice Viana. O combate a intimidação sistemática sob a tutela da constituição federal: “Bullying” é questão de direito. Porto Alegre: Pucrs, 2016.

LISBOA, Carolina; WENDT, Guilherme; PUREZA, Juliana (Org.). Mitos e Fatos sobre o Bullying – orientação para pais e profissionais. Novo Hamburgo: Sinopsys, 2014. p. 16.