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O poder das mãos

Ainda existe muito para ser melhorado em nosso país, começando pela educação, que é a base de tudo. Diante do grande desafio que é a inclusão no Brasil, nota-se que a comunidade surda tem sofrido muito com problemas de aceitação, direitos de ensinar e de aprender como qualquer outra pessoa.

Devido a esse cenário, muito tem sido feito para melhorar esse meio de interação dos surdos com ouvintelibrass, mas ainda há uma questão importante que precisa de uma atenção especial: a educação do aluno surdo, que aprende através de uma linguagem gestual, por meio de sinais, os quais nomeiam objetos, verbos, e até mesmo pessoas, através do batismo do sinal pessoal. O surdo deve ter um ensino bilíngue, isto é, ter conhecimento de dois idiomas: a Língua de Sinais e a Língua Portuguesa. E é compromisso da escola e da sociedade, promoverem aos deficientes auditivos, o contato com a LIBRAS.

Os ouvintes também devem ter o direito de conviver com os surdos e aprender sua primeira língua. E isso só se torna possível se todos trabalharmos juntos para fortalecer a inclusão. Um exemplo disso, é a oportunidade que a Escola Luterana São Mateus possibita aos seus alunos, com o contato diário entre alunos surdos e ouvintes, bem como, disponibilizando o acesso a aulas de LIBRAS para estudantes, pais e professores. Vivendo juntos, priorizando o respeito e a união.

O princípio fundamental da língua é a comunicação. Os diferentes falares de forma alguma, devem ser considerados como erros, e apesar de nem todos possuírem os mesmos prestígios sociais, não devemos julgar uma superior à outra. É necessário que convivamos em meio ao respeito, compreendendo as dificuldades e limites do próximo.

Texto produzido pela aluna Sophia, turma 311, na disciplina de Português.