05 - Enchendo a mente com o que é bom

Enchendo a mente com o que é bom

Filipenses 4.8

 

            A imagem de capa desta mensagem tem circulado nas redes sociais nesta semana. Ela mostra duas pessoas com pontos de vista diferentes, dependendo daquilo com que estão alimentando sua mente. Quem somente vê notícias “ruins”, certamente vai ter uma visão muito diferente do mundo do que aquele que está olhando para palavra de Deus. Isso é muito mais do que uma mera “opinião” otimista ou pessimista de um mesmo fato. É uma questão de ver a vida de uma outra perspectiva.

            Quem olha somente para o lado ruim da vida, certamente só vai ver sofrimento, violência, morte, tristeza… isso porque, infelizmente, tudo isso é real. Para piorar a situação, os noticiários passam muito mais notícias ruins do que boas porque, por algum motivo, somos inclinados a prestar mais a atenção nas tragédias, o que aumenta a audiência desses meios de comunicação. E notícias ruins não faltam, até porque, sempre vai haver alguma coisa ruim acontecendo em algum lugar do mundo.

          Por outro lado, quando enchemos nossa mente com a Palavra de Deus, somos levados a compreender tudo o que acontece sobre uma outra perspectiva. A Bíblia não esconde as mazelas do mundo de nossos olhos, mas nos ensina a ver além das tragédias, sofrimentos, medos e aflições. A Bíblia nos ensina a ver que, acima de todas as coisas, existe um Deus que nos ama muito a ponto de enviar seu filho ao mundo para dar sua vida por nós na cruz.

           Com essa certeza no coração e orientados pelas Escrituras, percebemos que a vida é muito mais do que aquilo que agora conhecemos. Podemos ver que há um mundo muito lindo que Deus criou onde encontramos mais coisas boas e alegrias do que coisas ruins que enchem os noticiários todos os dias. Por isso, siga o conselho de Deus em Filipenses 4.8 e “encham a mente de vocês com tudo o que é bom…” Amém.

Capelania São Mateus


A instituição São Mateus vai além de uma escola, somos uma família, que deixa saudades aos que já passaram por aqui e acolhe em seus braços aqueles que por aqui ainda estão!
Procurando manter este ambiente saudável e baseando-se na Lei nº 13.185/2015 – Lei do Bullying, vigente a partir de fevereiro de 2016, que instituiu o Programa de Combate a Intimidação Sistemática, trazendo responsabilidade no combate ao bullying para estabelecimentos de ensino, clubes e agremiações recreativas.
Desde então, é fundamental que toda e qualquer instituição de ensino promova programas de conscientização, prevenção e combate ao bullying e ao cyberbullying, com vistas a orientar tanto docentes e alunos, como também às famílias e a sociedade em geral. A campanha antibullying é obrigatória, ou seja, as escolas terão que tratar desse tema durante o ano letivo.
A Escola São Mateus, que é baseada em valores cristãos, compreende a importância da abordagem do tema e salienta a necessidade de basear as campanhas anuais em princípios. Para construir um ambiente onde o bullying não tenha força, nossa instituição acredita que valores tais como o respeito, o amor, a cultura da paz, a promoção da vida e o perdão precisam ser estimulados, praticados e desenvolvidos para que se instrua e sensibilize a comunidade escolar a ter empatia em seus relacionamentos.
O termo “bullying” foi mantido no inglês por ser uma expressão complexa demais para traduzir para alguns idiomas, sendo adotado como uma expressão universal, ressalta Lopes (2005) citado por Jotz (2016).
Fante (2005) descreve o bullying como uma brincadeira que camufla a real intenção de constranger e maltratar alguém. De acordo com Beane (2010), o bullying é um tipo de comportamento repetitivo, pungente e agressivo, com desigualdade de força.
Além de todos os aspectos citados pelos autores anteriores, Lisboa (2014) ressalta que a grande diferença entre bullying e brincadeira é a intencionalidade das ações, causando desconforto e vergonha. A mesma autora ainda cita que “[...] quando há sofrimento não há brincadeira.”.
O bullying sempre esteve presente na nossa sociedade, conforme Cavalheiro (2016), as famílias de todos os tempos vivenciaram essa prática, como agentes ou vítimas, e independentemente da época, essa prática deve ser discutida e seus efeitos contidos de forma a reduzir os seus impactos.
Esta iniciativa tem como premissa principal promover relacionamentos saudáveis, envolvendo alunos, professores, familiares, funcionários e comunidade.
Dentro desta proposta, escolhemos enfatizar valores fundamentais para bons relacionamentos, também criar uma identidade visual que defina a campanha, em cada ano, e seja do gosto dos nossos estudantes.
As nossas iniciativas buscam desenvolver o senso crítico sobre o bullying e o conhecimento da legislação vigente. A partir destas, proporcionar situações que levem o aluno a refletir e ter empatia pelo próximo, para isso, se torna necessário promover ações dentro e fora da sala de aula que oportunizem a discussão e análise sobre as relações e a sociedade.


BEANE, Allan. Proteja o seu filho do Bullying. Impeça que ele maltrate os colegas ou seja maltratado por eles. Rio de Janeiro: Best Seller. 2010.p. 18 – 19.

Lei nº 13.185, de 6 de novembro de 2015. Institui o Programa de Combate à Intimidação Sistemática (Bullying). Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF,ano CLII 213, p. 1, 9 nov. 2015. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato20152018/2015/Lei/L13185.htm >

CAVALHEIRO, Rubia Aparecida Antunes. Aprendendo o direito e prevenindo o bullying na escola: uma releitura dos direitos e deveres por meio do lúdico-pedagógico com base no estatuto da criança e do adolescente e da lei de combate à intimidação sistemática no município de Sobradinho. Santa Cruz do Sul: Unisc, 2016.

JOTZ, Maria Eunice Viana. O combate a intimidação sistemática sob a tutela da constituição federal: “Bullying” é questão de direito. Porto Alegre: Pucrs, 2016.

LISBOA, Carolina; WENDT, Guilherme; PUREZA, Juliana (Org.). Mitos e Fatos sobre o Bullying – orientação para pais e profissionais. Novo Hamburgo: Sinopsys, 2014. p. 16.