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10 DICAS DE COMO ESTUDAR

Professor Fábio Fernando Henkel – Química/ Ensino Médio

  1. É desejável que se dê ao estudo individual um mínimo de 10 horas, em média, por semana.
  2. Devem investir-se no estudo as horas mais rentáveis e fazer pausas, sempre que necessário.
  3. Também é importante cuidar do local de estudo, esse deve ser calmo, arrumado e confortável,permitindo a concentração e o melhor aproveitamento do conhecimento aprendido.
  4. As horas mais rentáveis devem ser aproveitadas para realizar o trabalho difícil. Há dois momentos pouco recomendáveis para grandes esforços intelectuais:depois de refeições pesadas e antes de dormir.

Também antes de dormir deve ser evitado o esforço intelectual intenso, porque perturba o sono e acaba por prejudicar o equilíbrio físico indispensável ao rendimento escolar. Pouco antes de dormir, devem ser realizados, apenas, simples trabalhos para casa, recomendados pelos professores, ou fazer uma revisão ligeira da matéria já aprendida.

  1. A repetição auxilia no processo de memorização, o ideal é entender o conteúdo trabalhado em sala de aula, realizar exercícios e fazer esquemas e resumos daquilo que compreendeu.
  2. Pequenos intervalos de repouso facilitam a aprendizagem e a memorização. A regra geral pode ser esta: dez minutos de intervalo por cada hora de estudo.

Para quebrar a monotonia e evitar a saturação, o estudante tem duas hipóteses: ou faz um intervalo, como já dissemos, ou muda de assunto. Uma nova tarefa ou o estudo de uma disciplina diferente podem estimular o interesse, despertar a atenção e fazer subir o rendimento. Conteúdos diferentes (por exemplo, História e Matemática) são mais facilmente aprendidos e recordados, porque há menos interferências.

  1. Um processo simples que permite aproveitar melhor o tempo é elaborar um horário semanal para o estudo. Interessa um horário realista que se ajuste às necessidades individuais e possa ser cumprido. O horário deve ser flexível e ter em conta, em cada semana, os compromissos inadiáveis das várias disciplinas. Para não esquecer esses compromissos use sua agenda.
  2. Sempre que existe um longo intervalo entre a aprendizagem inicial e as provas, podemos ser surpreendidos pelo esquecimento. Para combater o esquecimento, faça a revisão.

Com revisões adequadas, reaviva-se o que foi aprendido. Refresca-se a memória. Reduz-se a percentagem dos esquecimentos.

A quantidade e os intervalos dos exercícios de revisão variam de acordo com o indivíduo e a matéria. Se o estudante deseja conservar um conhecimento para poder usá-lo pela vida fora, terá de revê-lo mais vezes.

Um bom esquema de revisões é o seguinte:

Revisão inicial – uma revisão logo após a aula é muito eficaz, porque ajuda a clarificar as ideias e a consolidar a aprendizagem.

Revisões intermediárias – podem ser feitas por uma semana ou um mês depois da aprendizagem e têm por finalidade reavivar a matéria esquecida. Uma matéria  aprendida e revista várias vezes fica mais segura e aprofundada. Quando mais se repete mais se aperfeiçoa.

Revisão final – é a recapitulação geral dos tópicos essenciais, feita no próprio dia ou na véspera das provas.

  1. Não seja apressado nos estudos. Cada assunto não deve ser apenas lido. Ele precisa ser entendido e assimilado. Assim, cada assunto apresentado deve ser, primeiramente, lido na sua íntegra. Após isso, releia novamente e destaque os pontos principais, fazendo anotações ao lado do texto, após, realizar seus apontamentos em uma folha em separado sobre o que compreendeu. Esta técnica de estudo é recomendável, pois fará com que você memorize e aprenda com mais facilidade. Lembre: Não basta apenas ir à aula, é preciso estudar após a aula!
  2. Ao estudar, não desanime e estude com muita dedicação. Lembre-se que sua aprendizagem depende única e exclusivamente de você e de sua boa vontade e perseverança.

Sucesso é a soma de pequenos esforços, repetidos o tempo todo.” Robert Collier

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

–  ESTANQUEIRO, António Marques. Aprenda a estudar – Um guia para o sucesso na escola. Portugual: Texto Editores,2007.

–  PIAZZI,Pierluigi. Aprendendo inteligência: manual de instruções do cérebro para aluno em geral. São Paulo: Aleph,2014.